Segundo o delegado da DPCA/DF, Felipe Augusto Vilela Campos, as investigações abrangem crimes como estupro de vulnerável, constrangimento ilegal, compartilhamento e armazenamento de material de pornografia infantil. O acusado tinha quatro mandados de prisão temporária e dois de prisão preventiva relacionados a essas investigações. O delegado também ressaltou a colaboração dos órgãos paraibanos na operação realizada nesta manhã.
A força tarefa
No último Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, foi estabelecida a força-tarefa composta pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB) e pelas polícias Federal (PF), Civil (PC) e Militar (PM) da Paraíba. O objetivo dessa equipe é atuar de forma permanente, ágil e coordenada para combater crimes especificados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Código Penal que envolvam crianças e adolescentes no estado da Paraíba.
A força-tarefa está investigando e reprimindo crimes como produção de cenas de sexo explícito ou pornográfico, venda de registros contendo tais cenas, disponibilização, transmissão e distribuição de material pornográfico, bem como aquisição, posse ou armazenamento de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de registro de cenas de sexo explícito ou pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, todos esses crimes previstos no ECA. Além disso, também estão sendo investigados casos de estupro de vulnerável, conforme estabelecido no Art. 217-A do Código Penal.
A força-tarefa está investigando e reprimindo crimes como produção de cenas de sexo explícito ou pornográfico, venda de registros contendo tais cenas, disponibilização, transmissão e distribuição de material pornográfico, bem como aquisição, posse ou armazenamento de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de registro de cenas de sexo explícito ou pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, todos esses crimes previstos no ECA. Além disso, também estão sendo investigados casos de estupro de vulnerável, conforme estabelecido no Art. 217-A do Código Penal.
