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Paraíba

Protocolo de segurança para gripe aviária é definido em reunião na Paraíba

Publicado em 30/05/2023 às 15:12 Por Redação
Foto: Reprodução/ Instagram
Foto: Reprodução/ Instagram
Nesta terça-feira (30), uma reunião com representantes de diversos órgãos ambientais definiu o protocolo de segurança para a gripe aviária na Paraíba. O encontro ocorreu na sede da Superintendência Federal da Agricultura, em Cabedelo. O primeiro caso da doença no Brasil foi registrado em 15 de maio, no Espírito Santo, após 20 anos de circulação pelo mundo. Até o momento, não há registros oficiais da doença na Paraíba.

Na última semana, algumas aves silvestres foram encontradas mortas em Intermares, na cidade de Cabedelo, em 23 de maio, levantando a possibilidade de a doença ter chegado ao território paraibano. No entanto, exames laboratoriais foram realizados e constatou-se que os animais não estavam infectados com gripe aviária.

Em entrevista à TV Cabo Branco nesta terça-feira (30), a diretora executiva da Defesa Agropecuária na Paraíba, Girlene Alencar, informou que após a reunião foi formado um grupo de trabalho com órgãos federais, estaduais e municipais, de saúde, meio ambiente e agropecuária, para estabelecer as medidas a serem tomadas em casos potenciais da doença.

"Esse grupo será responsável por lidar com possíveis novos focos e o surgimento de aves mortas ou com sintomas da gripe aviária. Sabemos que a população está alerta e iremos atender aos chamados", explicou.

Quanto à competência dos municípios litorâneos nesse processo, a diretora executiva ressaltou a importância da participação das cidades, uma vez que as aves migratórias frequentemente passam por regiões costeiras, como João Pessoa e Cabedelo.

"São aves silvestres que estão em seu trajeto migratório e encontram-se na costa brasileira. Os municípios costeiros desempenham um papel importante, e as secretarias municipais de meio ambiente estão envolvidas no grupo de trabalho para definirmos quais medidas serão adotadas quando a população encontrar essas aves", disse.

A diretora executiva também orientou a população a acionar prontamente os órgãos oficiais caso encontrem aves mortas. "A orientação é acionar os órgãos oficiais de meio ambiente, saúde ou agropecuária de cada cidade. Procurar o Ibama, a Sudema, as secretarias municipais de meio ambiente, entre outros".

Segundo Girlene Alencar, até o momento, os únicos registros de aves que poderiam potencialmente ter a doença foram as aves de Intermares, que posteriormente tiveram resultado negativo para a gripe aviária.

"Até agora, a defesa agropecuária foi acionada apenas para o caso de Intermares, com cinco aves, sendo quatro mortas e uma ainda viva. Foi coletado material dessas aves e o resultado foi negativo", ressaltou.

Foi anunciado também que serão realizados boletins semanais, por meio de coletivas de imprensa, para informar a população sobre a situação de monitoramento dessas aves.
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