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Paraíba

Filho é condenado a mais de 40 anos por morte de auditor fiscal em João Pessoa

Publicado em 20/05/2023 às 12:17 Por Redação
Foto: Reprodução/ TV Correio
Foto: Reprodução/ TV Correio
No julgamento ocorrido na última sexta-feira (19) no 2º Tribunal do Júri, no Fórum Criminal da Comarca de João Pessoa, os acusados pelo assassinato do auditor fiscal Paulo Germano Teixeira de Carvalho, de 67 anos, foram condenados. O filho da vítima e mandante do crime, Paulo Rodrigo Ribeiro Teixeira de Carvalho, recebeu a maior pena, ultrapassando 40 anos de prisão. O processo durou mais de 12 horas.

Paulo Rodrigo foi condenado a 24 anos por homicídio duplamente qualificado e a 16 anos, três meses e 26 dias por roubo majorado. Carlos Roberto Ferreira Pontes, considerado o articulador, recebeu uma sentença de 9 anos por homicídio simples. Já o executor do crime havia sido condenado anteriormente a 33 anos.

Na audiência, três testemunhas, sendo duas de acusação e uma de defesa, foram ouvidas. Tanto o Ministério Público quanto a defesa dos acusados se pronunciaram durante cerca de duas horas e meia.

Relembrando o caso, o crime ocorreu em julho de 2019. Paulo Rodrigo Ribeiro Teixeira de Carvalho, filho da vítima, foi acusado de ser o mandante do crime, enquanto Carlos Roberto Ferreira Pontes teria sido o articulador.

Apesar de o crime ter acontecido em 7 de julho, os envolvidos, incluindo o filho da vítima, só foram presos em 26 de agosto de 2019, durante a Operação Édipo realizada pela Polícia Civil.

De acordo com o delegado Hugo Hélder, responsável pela Delegacia de Crimes Contra a Pessoa de João Pessoa, o filho planejou o assassinato com o objetivo de se apropriar do dinheiro do pai, além de ter a intenção de matar a própria irmã. Os três acusados pelo assassinato do auditor fiscal chegaram a acordar um valor de R$ 4 mil pelo crime.

No dia do crime, a primeira tentativa foi frustrada devido a um pneu furado na moto de Diego, o suposto executor. Contudo, conforme explicou o delegado, Paulo Rodrigo decidiu buscar o suposto executor em casa e o levou até a propriedade rural onde o pai se encontrava, local onde o assassinato ocorreu.

O auditor fiscal foi alvejado por tiros na cabeça e no ombro, vindo a falecer em 8 de julho no hospital. Os três acusados respondem por homicídio qualificado.
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